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Livreto Nossa Senhora das Dores


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Padre: Simeão disse a Maria: Teu filho será causa de queda e de ressurreição para muitos.
 Ele será sinal de contradição e teu coração será transpassado como por uma espada.
Padre: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Povo: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com uma das seguintes fórmulas:
Padre: O Senhor esteja convosco.
Povo: Ele está no meio de nós.

Sendo um bispoo celebrante, nesta saudação, em vez de O Senhor esteja convosco, diz:
Bispo: A paz esteja convosco.
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
Padre: Irmãos e irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios. 

Padre
Confessemos os nossos pecados:
TodosConfesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (bato no peito*)
por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria(vênia*)
aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, Nosso Senhor. 
PadreDeus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
PovoAmém.

Padre: Kyrie elèison.
Povo:  Kyrie elèison.

Padre: Christe elèison.
Povo:  Christe elèison.

Padre: Kyrie elèison.
Povo: Kyrie elèison. 
PadreOremos.

Padre: 
Ó Deus, quando o vosso filho foi exaltado, quisestes que sua mãe estivesse de pé, junto à cruz, sofrendo com ele. Dai à vossa Igreja, unida a Maria na paixão de Cristo, participar da ressurreição do Senhor. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Povo: Amém.



LITURGIA DA PALAVRA


O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura da carta aos Hebreus.

Nos dias de sua vida mortal, dirigiu preces e súplicas, entre clamores e lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, e foi atendido pela sua piedade.

Embora fosse Filho de Deus, aprendeu a obediência por meio dos sofrimentos que teve.
E uma vez chegado ao seu termo, tornou-se autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem.



Leitor: Palavra do Senhor
PovoGraças a Deus.




Salmo Responsorial 

Salvai-me pela vossa compaixão, ó Senhor Deus! 
Senhor, eu ponho em vós minha esperança;
que eu não fique envergonhado eternamente!
Porque sois justo, defendei-me e libertai-me,
apressai-vos, ó Senhor, em socorrer-me!
 Salvai-me pela vossa compaixão, ó Senhor Deus! 
Sede uma rocha protetora para mim,
um abrigo bem seguro que me salve!
Sim, sois vós a minha rocha e fortaleza;
por vossa honra, orientai-me e conduzi-me!
Salvai-me pela vossa compaixão, ó Senhor Deus!  
Retirai-me desta rede traiçoeira,
porque sois o meu refúgio protetor!
Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito,
porque vós me salvareis, ó Deus fiel!
Salvai-me pela vossa compaixão, ó Senhor Deus!  
A vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio
e afirmo que só vós sois o meu Deus!
Eu entrego em vossas mãos o meu destino;
libertai-me do inimigo e do opressor!
 Salvai-me pela vossa compaixão, ó Senhor Deus! 
Como é grande, ó Senhor, vossa bondade,
que reservastes para aqueles que vos temem!
Para aqueles que em vós se refugiam,
mostrando, assim, o vosso amor perante os homens.
Salvai-me pela vossa compaixão, ó Senhor Deus! 


Sequencia
Ó santa mãe, por favor, faze que as chagas do amor em mim se venham gravar. O que Jesus padeceu venha a sofrer também eu, causa de tanto penar. Ó dá-me, enquanto viver, com Jesus Cristo sofrer, contigo sempre chorar! Quero ficar junto à cruz, velar contigo a Jesus e o teu pranto enxugar. Virgem mãe tão santa e pura, vendo eu a tua amargura, possa contigo chorar. Que do Cristo eu traga a morte, sua paixão me conforte, sua cruz possa abraçar! Em sangue as chagas me lavem e no meu peito se gravem, para não mais se apagar. No julgamento consegue que às chamas não seja entregue quem soube em ti se abrigar. Que a santa cruz me proteja, que eu vença a dura peleja, possa do mal triunfar! Vindo, ó Jesus, minha hora, por essas dores de agora, no céu mereça um lugar.

Aclamação do EvangelhoAleluia, aleluia, aleluia.Feliz a virgem Maria, que, sem passar pela morte, do martírio ganha a palma, ao pé da cruz do Senhor!
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diácono ou PadreO Senhor esteja convosco.
Povo: Ele está no meio de nós.


O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diácono ou PadreProclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.

Povo: Glória a vós, Senhor.
Diácono ou Padre:Naquele tempo junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena.
 Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: “Mulher, eis aí teu filho”.
Depois disse ao discípulo: “Eis aí tua mãe”. E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diácono ou PadrePalavra da Salvação.

PovoGlória a vós, Senhor.

PadrePelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.



LITURGIA EUCARÍSTICA


Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
Convém que os fiéis tragam o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.



PadreOrai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

PovoReceba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu 
nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.



Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Padre:Acolhei, Deus de misericórdia, estas preces e oferendas em vosso louvor na festa da virgem Maria, que nos destes por mãe compassiva quando estava de pé junto à cruz. Por Cristo, nosso Senhor.
Povo: Amém.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
PadreO Senhor esteja convosco.
PovoEle está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
PadreCorações ao alto.
PovoO nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
PadreDemos graças ao Senhor, nosso Deus.
PovoÉ nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.



Padre:Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, proclamando as vossas maravilhas na perfeição de todos os santos. Celebrando a memória da virgem Maria, proclamamos ainda mais a vossa bondade, inspirando-nos no mesmo hino que ela cantou em vosso louvor. Na verdade, fizestes grandes coisas por toda a terra e estendestes a vossa misericórdia a todas as gerações, quando, olhando a humildade de vossa serva, nos destes, por ela, o salvador da humanidade, vosso Filho, Jesus Cristo, Senhor nosso. Por ele, a multidão dos anjos e dos santos se alegra eternamente na vossa presença,  dizendo a uma só voz...



Todos: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!


O sacerdote, de braços abertos, diz:
Padre: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.

Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
Povo: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

O sacerdote une as mãos.
Padre: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
Toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
Toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!
Povo: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Padre: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
Povo: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Padre: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
PovoFazei de nós um só corpo e um só espírito!

Padre: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Paulo., com o nosso bispo Karol e todos os ministros do vosso povo.
PovoLembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

Padre: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa fhace.
Povo: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

Padre: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Povo: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Padre: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Povo: Amém!

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Padre Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
TodosPai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
PadreLivrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
PovoVosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
PadreSenhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
PovoAmém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
PadreA paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
PovoO amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
PadreEsta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
PovoCordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:

PadreEu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida. 
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
PovoSenhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio, toma a âmbula e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

Alma de Cristo:

Alma de Cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue de Cristo, inebriai-me.
Água do lado de Cristo, lavai-me.
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó bom Jesus, ouvi-me.
Dentro das Vossas Chagas, escondei-me.
Não permitais que me separe de Vós.
Do espírito maligno, defendei-me.
Na hora da minha morte, chamai-me.
E mandai-me ir para Vós,
para que com os Vossos Santos Vos louve,
por todos os séculos dos séculos. Amem.


De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Padre: Vós, que participais dos sofrimentos de Cristo, alegrai-vos, para que, ao manifestar-se a sua glória, vossa alegria não tenha limites.
PadreOremos.

Padre: Ó Deus, tendo recebido o sacramento da eterna redenção, nós vos pedimos humildemente que, recordando as dores de Nossa Senhora, completemos em nós, para o bem da Igreja, o que falta à paixão de Cristo. Que vive e reina para sempre.
PovoAmém.

Segue-se o rito de despedida. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Padre: O Senhor esteja convosco.
Povo: Ele está no meio de nós.

Padre: Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito Santo +.
Ass: Amém.


Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.

O povo responde:


PovoGraças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica omite-se o rito de despedida.