Livreto Exaltação da Santa Cruz
Padre: A cruz de nosso Senhor Jesus Cristo deve ser a nossa glória: nele está nossa vida e ressurreição; foi ele que nos salvou e libertou.
Padre: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Povo: Amém.
Povo: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com uma das seguintes fórmulas:
Pres: A paz esteja convosco.
Povo: O amor de Cristo nos uniu.
Povo: O amor de Cristo nos uniu.
Padre: Irmãos e irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Padre: Confessemos os nossos pecados:
Todos: Confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (batendo no peito*) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria(vênia*), aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, Nosso Senhor.
Padre: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Povo: Amém.
Povo: Amém.
Padre: Kyrie elèison.
Povo: Kyrie elèison.
Padre: Christe elèison.
Povo: Christe elèison.
Padre: Kyrie elèison.
Povo: Kyrie elèison.
Padre: Glòria in excèlsis Deo...
Todos: et in terra pax homìnibus bonæ voluntàtis. Laudàmus te, benedìcimus te, adoràmus te, glorificamus te, gràtias àgimus tibi propter magnam glòriam tuam, Dòmine Deus, Rex cælèstis, Deus Pater omnìpotens. Dòmine Fili unigènite, Jesu Christe, Dòmine Deus, Agnus Dei, Fìlius Patris; qui tollis peccàta mundi, miserère nobis; qui tollis peccàta mundi, sùscipe deprecatiònem nostram; qui sedes ad dèxteram Patris, miserère nobis. Quoniam tu solus sanctus Tu solus Dòminus, Tu solus Altìssimus, Jesu Christe, cum Sancto Spìritu in glòria Dei Patris. Amen.
Povo: Kyrie elèison.
Padre: Christe elèison.
Povo: Christe elèison.
Padre: Kyrie elèison.
Povo: Kyrie elèison.
Todos: et in terra pax homìnibus bonæ voluntàtis. Laudàmus te, benedìcimus te, adoràmus te, glorificamus te, gràtias àgimus tibi propter magnam glòriam tuam, Dòmine Deus, Rex cælèstis, Deus Pater omnìpotens. Dòmine Fili unigènite, Jesu Christe, Dòmine Deus, Agnus Dei, Fìlius Patris; qui tollis peccàta mundi, miserère nobis; qui tollis peccàta mundi, sùscipe deprecatiònem nostram; qui sedes ad dèxteram Patris, miserère nobis. Quoniam tu solus sanctus Tu solus Dòminus, Tu solus Altìssimus, Jesu Christe, cum Sancto Spìritu in glòria Dei Patris. Amen.
Padre: Oremos.
Padre: Ó Deus, que, para salvar a todos, dispusestes que o vosso Filho morresse na cruz, a nós, que conhecemos na terra esse mistério, dai-nos colher no céu os frutos da redenção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Povo: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura do livro dos Números.
Partiram do monte Hor na direção do mar Vermelho, para contornar a terra de Edom.
Mas o povo perdeu a coragem no caminho, e começou a murmurar contra Deus e contra Moisés: “Por que, diziam eles, nos tirastes do Egito, para morrermos no deserto onde não há pão nem água? Estamos enfastiados deste miserável alimento.”
Então o Senhor enviou contra o povo serpentes ardentes, que morderam e mataram muitos.
O povo veio a Moisés e disse-lhe: “Pecamos, murmurando contra o Senhor e contra ti. Roga ao Senhor que afaste de nós essas serpentes.” Moisés intercedeu pelo povo,
e o Senhor disse a Moisés: “Faze para ti uma serpente ardente e mete-a sobre um poste. Todo o que for mordido, olhando para ela, será salvo.”
Moisés fez, pois, uma serpente de bronze, e fixou-a sobre um poste. Se alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, conservava a vida.
Leitor: Palavra do Senhor
Povo: Graças a Deus.
Salmo Responsorial
Das obras do Senhor, ó meu povo,
não te esqueças!
Escuta, ó meu povo, a minha lei,
ouve atento as palavras que eu te digo;
abrirei a minha boca em parábolas,
os mistérios do passado lembrarei.
Das obras do Senhor, ó meu povo,
não te esqueças!
Quando os feria, eles então o procuravam,
convertiam-se correndo para ele;
recordavam que o Senhor é sua rocha
e que Deus, seu redentor, é o Deus altíssimo.
Das obras do Senhor, ó meu povo,
não te esqueças!
Mas apenas o honravam com seus lábios
e mentiam ao Senhor com suas línguas;
seus corações enganadores eram falsos
e, infiéis, eles rompiam a aliança.
Das obras do Senhor, ó meu povo,
não te esqueças!
Mas o Senhor, sempre benigno e compassivo,
não os matava e perdoava seu pecado;
quantas vezes dominou a sua ira
e não deu largas à vazão de seu furor.
Das obras do Senhor, ó meu povo,
não te esqueças!
não te esqueças!
Escuta, ó meu povo, a minha lei,
ouve atento as palavras que eu te digo;
abrirei a minha boca em parábolas,
os mistérios do passado lembrarei.
Das obras do Senhor, ó meu povo,
não te esqueças!
Quando os feria, eles então o procuravam,
convertiam-se correndo para ele;
recordavam que o Senhor é sua rocha
e que Deus, seu redentor, é o Deus altíssimo.
Das obras do Senhor, ó meu povo,
não te esqueças!
Mas apenas o honravam com seus lábios
e mentiam ao Senhor com suas línguas;
seus corações enganadores eram falsos
e, infiéis, eles rompiam a aliança.
Das obras do Senhor, ó meu povo,
não te esqueças!
Mas o Senhor, sempre benigno e compassivo,
não os matava e perdoava seu pecado;
quantas vezes dominou a sua ira
e não deu largas à vazão de seu furor.
Das obras do Senhor, ó meu povo,
não te esqueças!
Aclamaçao do Evangelho
Laudate Dominum, laudate Dominum, omnes, gentes! alleluia!
Laudate Dominum, laudate Dominum, omnes, gentes! alleluia!
Cantai louvores ao Nosso Deus cantai louvores ao Senhor Deus
Por todas gentes seu poder, permaneceu eternamentePor todas gentes seu poder, permaneceu eternamente
Laudate Dominum, laudate Dominum, omnes, gentes! alleluia!Laudate Dominum, laudate Dominum, omnes, gentes! alleluia!
Pois verdadeira é sua misericórdia por nósNos deu seu filho amado, e nos livrou de todo mal
Laudate Dominum, laudate Dominum, omnes, gentes! alleluia!Laudate Dominum, laudate Dominum, omnes, gentes! alleluia!
Laudate Dominum, laudate Dominum, omnes, gentes! alleluia!
Cantai louvores ao Nosso Deus cantai louvores ao Senhor Deus
Por todas gentes seu poder, permaneceu eternamentePor todas gentes seu poder, permaneceu eternamente
Laudate Dominum, laudate Dominum, omnes, gentes! alleluia!Laudate Dominum, laudate Dominum, omnes, gentes! alleluia!
Pois verdadeira é sua misericórdia por nósNos deu seu filho amado, e nos livrou de todo mal
Laudate Dominum, laudate Dominum, omnes, gentes! alleluia!Laudate Dominum, laudate Dominum, omnes, gentes! alleluia!
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diácono ou Padre: O Senhor esteja convosco.
Povo: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diácono ou Padre: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Povo: Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: “Ninguém subiu ao céu senão aquele que desceu do céu, o Filho do Homem que está no céu.
Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim deve ser levantado o Filho do Homem,
para que todo homem que nele crer tenha a vida eterna.
Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele”.
Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim deve ser levantado o Filho do Homem,
para que todo homem que nele crer tenha a vida eterna.
Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diácono ou Padre: Palavra da Salvação.
Povo: Glória a vós, Senhor.
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
Homilia
Caríssimos irmãos, nesta sagrada festa da exaltação da Santa Cruz, convida-nos a Santa Igreja a meditar sobre os mistérios da paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Como um Deus, infinito dar seu único filho para ser crucificado por homens ímpios?
Como o Filho de Deus se permite ser açoitado, humilhado, despido e crucificado junto de ladroes?
Isto queridos irmãos pode ser respondido com uma única palavra:
Amor
O mais forte e infinito amor. Não um amor descartável, não um amor líquido como vemos hoje em dia nas relações promiscuas que a sociedade incentiva, que corrompem o sentido do amor, mas um amor tão grande, que é o sentido mais puro da doação de si mesmo.
Assim como Deus nos permite comungar Dele, Ele vai além e se entrega por nós, humilhado e arrasado e ainda pede clemencia por seus carrascos, pois não sabem o que fazem.
Caríssimos irmãos, este amor é o que deve nos impedir de pecar, sempre que estivermos numa situação de pecado, lembrem se que apesar da gravidade de nossas faltas, o mesmo Deus que se entregou na cruz e encontrou na mesma a solidão e o desespero, alcançou pela mesma o amor.
Finalizo esta homilia recomendando a leitura do primeiro capítulo da Epístola de São Paulo aos Corintios, que fala sobre a sabedoria divina em relação ao "sabedoria" humana e expõe um pouco sobre a natureza da cruz divina.
FIEL MADEIRO DA SANTA CRUZ Ó ÁRVORE SEM RIVAL.
QUE SELVA OUTRO LENHO PRODUZ, QUE TRAGA EM SI FRUTO IGUAL?
QUÃO DOCE PESO CONDUZ, Ó LENHO CELESTIAL!
FIEL MADEIRO DA SANTA CRUZ Ó ÁRVORE SEM RIVAL!
CANTEM MEUS LÁBIOS A LUTA QUE SOBRE A CRUZ SE TRAVOU;
CANTEM O NOBRE TRIUNFO QUE NO MADEIRO ALCANÇOU
O REDENTOR DO UNIVERSO, QUANDO POR NÓS SE IMOLOU.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
Canto de Ofertório
Dirigatur
- Que minha prece feita a Ti, se eleve como o incenso
Minhas mãos como a oferta vespertina!
Senhor, eu te clamo! Vem, vem a mim!
Escuta a minha prece quando clamo a ti!
- Que minha prece feita a Ti, se eleve como o incenso
Minhas mãos como a oferta vespertina!
Concedei Senhor, uma guarda em minha boca
e nos lábios uma porta que feche.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo
Como era no principio agora e sempre
Pelos séculos dos séculos. Amém.
- Que minha prece feita a Ti, se eleve como o incenso
Minhas mãos como a oferta vespertina!
Convém que os fiéis tragam o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres
Após a preparação do cálice e dos demais vasos para a consagração, o sacerdote prossegue:
Padre: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Povo: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu
nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Padre: Purifique-nos de todas as faltas, ó Deus, este santo sacrifício que, oferecido no altar da cruz, tirou o pecado do mundo. Por Cristo, nosso Senhor.
Povo: Amém.
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Padre: O Senhor esteja convosco.
Povo: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Padre: Corações ao alto.
Povo: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Padre: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Povo: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Padre:Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Pusestes no lenho da cruz a salvação da humanidade, para que a vida ressurgisse de onde a morte viera. E o que vencer na árvore do paraíso, na árvore da cruz fosse vencido. Por essa razão, agora, e sempre, nós nos unimos à multidão dos anjos e dos santos, cantando a uma só voz...
Todos: Sanctus, Sanctus, Sanctus, Dòminus Deus Sàbaoth. Pleni sunt caeli et terra glòria tua. Hosànna in excèlsis. Benedictus qui venit in nòmine Dòmini. Hosànna in excèlsis.
Padre: Pai de infinita misericórdia, humildemente Vos suplicamos, por Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor, Junta as mãos e diz: que Vos digneis aceitar e abençoar estes dons, esta oblação pura e santa.
De braços abertos continua:
Nós Vo-la oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: dai-lhe a paz e congregai-a na unidade, defendei-a e governai-a em toda a terra em comunhão com o vosso servo o Papa Paulo, o nosso Bispo Karol e seus auxiliares, Tomas, Ernes, comigo seu indigno servo e todos os Bispos que são fiéis à verdade e professam a fé católica e apostólica.
Padre: Aceitai benignamente, Senhor, a oblação que nós, vossos servos, com toda a vossa família, Vos apresentamos. Dai a paz aos nossos dias, livrai-nos da condenação eterna e contai-nos entre os vossos eleitos.
Padre: Santificai, Senhor, esta oblação com o poder da vossa bênção e recebei-a como sacrifício espiritual perfeito, de modo que se converta para nós no Corpo e Sangue de vosso amado Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo.
Padre: Na véspera da sua paixão,
Ele tomou o pão em suas santas e adoráveis mãos e levantando os olhos ao céu, para Vós, Deus, seu Pai todo-poderoso, dando graças, abençoou-o, partiu-o e deu-o aos seus discípulos.Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a sobre a patena e genuflecte em adoração.
Depois continua:
De igual modo, no fim da Ceia,
tomou este sagrado cálice em suas santas e adoráveis mãos e, dando graças, abençoou-o e deu-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo o sagrado cálice, coloca-o sobre o corporal e genuflecte em adoração.
Padre: Mistério da fé!
O povo aclama, dizendo:
Povo: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos vossa vinda.
Depois, o sacerdote, de braços abertos, diz:
Padre: Celebrando agora, Senhor, o memorial da bem-aventurada paixão de Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor, da sua ressurreição de entre os mortos e da sua gloriosa ascensão aos Céus, nós, vossos servos, com o vosso povo santo, dos próprios bens que nos destes oferecemos à vossa divina majestade o sacrifício perfeito, santo e imaculado, o pão santo da vida eterna e o cálice da eterna salvação.
Olhai com benevolência e agrado para esta oferenda e dignai-Vos aceitá-la como aceitastes os dons do justo Abel, vosso servo, o sacrifício de Abraão, nosso pai na fé, e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedec.
Humildemente Vos suplicamos, Deus todo-poderoso, que esta nossa oferenda seja apresentada pelo vosso santo Anjo no altar celeste, diante da vossa divina majestade, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
alcancemos a plenitude das bênçãos e graças do Céu. Junta as mãos.
[Por Cristo, nosso Senhor. Amen.]
COMEMORAÇÃO DOS DEFUNTOS
De braços abertos, diz:
Padre: Lembrai-vos, Senhor, dos vossos servos e servas que partiram antes de nós marcados com o sinal da fé e agora dormem o sono da paz.
Concedei-lhes, Senhor, a eles e a todos os que descansam em Cristo, o lugar da consolação, da luz e da paz. [Por Cristo, nosso Senhor. Amém.]
Bate com a mão direita no peito dizendo:
Padre: E a nós, pecadores, que esperamos na vossa infinita misericórdia,
De braços abertos, continua:
admiti-nos também na assembleia dos bem-aventurados Apóstolos e Mártires: João Batista, Estêvão, Matias, Barnabé e de todos os Santos. Recebei-nos em sua companhia, não pelo valor dos nossos méritos, mas segundo a grandeza do vosso perdão. [Por Cristo, nosso Senhor. Amém.]
E continua:
Padre: Por Cristo, nosso Senhor, criais todos os bens e lhes dais vida, os santificais, abençoais e distribuís por nós.
Toma o cálice e a patena com a hóstia e, elevando-os, diz:
Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a Vós, Deus Pai todo-poderoso na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória agora e para sempre.
O povo aclama:
Povo: Amém.
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Padre: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Todos: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Padre: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Povo: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Padre: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Povo: Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Padre: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Povo: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Padre: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Povo:
Agnus Dei, qui tollis peccáta mundi: miserére nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccáta mundi: miserére nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccáta mundi: dona nobis pacem.
Agnus Dei, qui tollis peccáta mundi: dona nobis pacem.
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Padre: Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Povo: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio, toma a âmbula e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
Alma de Cristo:
Alma de Cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue de Cristo, inebriai-me.
Água do lado de Cristo, lavai-me.
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó bom Jesus, ouvi-me.
Dentro das Vossas Chagas, escondei-me.
Não permitais que me separe de Vós.
Do espírito maligno, defendei-me.
Na hora da minha morte, chamai-me.
E mandai-me ir para Vós,
para que com os Vossos Santos Vos louve,
por todos os séculos dos séculos. Amem.
Oração do Anjo de Portugal:
Meu Deus; Eu creio, adoro, espero e amo-Vos.
Peço- Vos perdão pelos que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam
Meu Deus; Eu creio, adoro, espero e amo-Vos.
Peço- Vos perdão pelos que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam
Meu Deus; Eu creio, adoro, espero e amo-Vos.
Peço- Vos perdão pelos que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam
De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Padre: Quando eu for exaltado da terra, diz o Senhor, atrairei a mim todas as coisas.
Padre: Oremos.
Padre: Senhor Jesus Cristo, alimentados em vossa santa ceia, nós vos pedimos leveis à glória da ressurreição os que salvastes pela árvore da cruz que nos trouxe a vida. Vós, que viveis e reinais para sempre.
Povo: Amém.
Segue-se o rito de despedida. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Padre: Dominus vobiscum.
Povo: Et cum spiritu tuo.
Padre: Benedicat vos omnipotens Deus,Pater, et Filius, et Spiritus Sanctus.
Povo: Amen.
Padre: Ite,missa est.
Povo: Deo Gratias.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica omite-se o rito de despedida.
