Padre: Alegremo-nos todos no Senhor, celebrando este dia festivo em honra dos santos mártires. Conosco alegram-se os anjos e glorificam o Filho de Deus.
Padre: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Povo: Amém.
Povo: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com uma das seguintes fórmulas:
Bispo: A paz esteja convosco.Povo: O amor de Cristo nos uniu.
Padre: Irmãos e irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Padre: Confessemos os nossos pecados:
Todos: Confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (batendo no peito*) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria(vênia*), aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, Nosso Senhor.
Padre: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.Povo: Amém.
Padre: Senhor, tende piedade de nós.
Povo: Senhor, tende piedade de nós.
Padre: Cristo, tende piedade de nós.
Povo: Cristo, tende piedade de nós.
Padre: Senhor, tende piedade de nós.
Povo: Senhor, tende piedade de nós.
Padre: Oremos.
Padre: Ó Deus, criador e salvador de todas as raças, pro vossa bondade, chamastes à fé a muitos irmãos na região da Coréia e os fizestes crescer pelo testemunho glorioso dos mártires André, Paulo e seus companheiros. Concedei que, pelo exemplo e intercessão deles, possamos perseverar até a morte na observância de vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Povo: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:
Eu vos lembro, irmãos, o Evangelho que vos preguei, e que tendes acolhido, no qual estais firmes.
Por ele sereis salvos, se o conservardes como vo-lo preguei. De outra forma, em vão teríeis abraçado a fé.
Eu vos transmiti primeiramente o que eu mesmo havia recebido: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras;
foi sepultado, e ressurgiu ao terceiro dia, segundo as Escrituras;
apareceu a Cefas, e em seguida aos Doze.
Depois apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, dos quais a maior parte ainda vive (e alguns já são mortos);
depois apareceu a Tiago, em seguida a todos os apóstolos.
E, por último de todos, apareceu também a mim, como a um abortivo.
Porque eu sou o menor dos apóstolos, e não sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a Igreja de Deus.
Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e a graça que ele me deu não tem sido inútil. Ao contrário, tenho trabalhado mais do que todos eles; não eu, mas a graça de Deus que está comigo.
Portanto, seja eu ou sejam eles, assim pregamos, e assim crestes.
Nós Vo-la oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: dai-lhe a paz e congregai-a na unidade, defendei-a e governai-a em toda a terra em comunhão com o vosso servo o Papa Paulo, o nosso Bispo Karol e seus auxiliares, Tomas, Ernes, comigo seu indigno servo e todos os Bispos que são fiéis à verdade e professam a fé católica e apostólica.
E continua:
Padre: Por Cristo, nosso Senhor, criais todos os bens e lhes dais vida, os santificais, abençoais e distribuís por nós.
Toma o cálice e a patena com a hóstia e, elevando-os, diz:
Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a Vós, Deus Pai todo-poderoso na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória agora e para sempre.
O povo aclama:
Povo: Amém.
Padre: Cantemos a Nossa Senhora a Virgem Maria:
Todos:
Padre: Oremos.
Padre: Ó Deus, criador e salvador de todas as raças, pro vossa bondade, chamastes à fé a muitos irmãos na região da Coréia e os fizestes crescer pelo testemunho glorioso dos mártires André, Paulo e seus companheiros. Concedei que, pelo exemplo e intercessão deles, possamos perseverar até a morte na observância de vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Povo: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:
Eu vos lembro, irmãos, o Evangelho que vos preguei, e que tendes acolhido, no qual estais firmes.
Por ele sereis salvos, se o conservardes como vo-lo preguei. De outra forma, em vão teríeis abraçado a fé.
Eu vos transmiti primeiramente o que eu mesmo havia recebido: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras;
foi sepultado, e ressurgiu ao terceiro dia, segundo as Escrituras;
apareceu a Cefas, e em seguida aos Doze.
Depois apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, dos quais a maior parte ainda vive (e alguns já são mortos);
depois apareceu a Tiago, em seguida a todos os apóstolos.
E, por último de todos, apareceu também a mim, como a um abortivo.
Porque eu sou o menor dos apóstolos, e não sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a Igreja de Deus.
Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e a graça que ele me deu não tem sido inútil. Ao contrário, tenho trabalhado mais do que todos eles; não eu, mas a graça de Deus que está comigo.
Portanto, seja eu ou sejam eles, assim pregamos, e assim crestes.
Leitor: Palavra do Senhor
Povo: Graças a Deus.
Salmo Responsorial
Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!
Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!
“Eterna é a sua misericórdia!”
A casa de Israel agora o diga:
“Eterna é a sua misericórdia!”
-Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!
A mão direito do Senhor fez maravilhas,
A mão direita do Senhor me levantou,
A mão direito do Senhor fez maravilhas!
Não morrerei, mas, ao contrário, viverei
Para cantar as grandes obras do Senhor!
-Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!
Vós sois meu Deus, eu vos bendigo e agradeço!
Vós sois meu Deus, eu vos exalto com louvores.
-Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!
Aclamaçao do Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
Vinde a mim, todos vós que estais cansados e descanso eu vos darei, diz o Senhor
Vinde a mim, todos vós que estais cansados e descanso eu vos darei, diz o Senhor
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diácono ou Padre: O Senhor esteja convosco.Povo: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diácono ou Padre: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.Povo: Glória a vós, Senhor.
Diácono ou Padre: O Senhor esteja convosco.Povo: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diácono ou Padre: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.Povo: Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, um fariseu convidou Jesus a ir comer com ele. Jesus entrou na casa dele e pôs-se à mesa.
Uma mulher pecadora da cidade, quando soube que estava à mesa em casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro cheio de perfume;
e, estando a seus pés, por detrás dele, começou a chorar. Pouco depois suas lágrimas banhavam os pés do Senhor e ela os enxugava com os cabelos, beijava-os e os ungia com o perfume.
Ao presenciar isto, o fariseu, que o tinha convidado, dizia consigo mesmo: “Se este homem fosse profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que o toca, pois é pecadora”.
Então Jesus lhe disse: “Simão, tenho uma coisa a dizer-te”. “Fala, Mestre”, disse ele.
“Um credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentos denários e o outro, cinqüenta.
Não tendo eles com que pagar, perdoou a ambos a sua dívida. Qual deles o amará mais?”
Simão respondeu: “A meu ver, aquele a quem ele mais perdoou”. Jesus replicou-lhe: “Julgaste bem”.
E voltando-se para a mulher, disse a Simão: “Vês esta mulher? Entrei em tua casa e não me deste água para lavar os pés; mas esta, com as suas lágrimas, regou-me os pés e enxugou-os com os seus cabelos.
Não me deste o ósculo; mas esta, desde que entrou, não cessou de beijar-me os pés.
Não me ungiste a cabeça com óleo; mas esta, com perfume, ungiu-me os pés.
Por isso te digo: seus numerosos pecados lhe foram perdoados, porque ela tem demonstrado muito amor. Mas ao que pouco se perdoa, pouco ama”.
E disse a ela: “Perdoados te são os pecados”.
Os que estavam com ele à mesa começaram a dizer, então: “Quem é este homem que até perdoa pecados?”
Mas Jesus, dirigindo-se à mulher, disse-lhe: “Tua fé te salvou; vai em paz”.
Uma mulher pecadora da cidade, quando soube que estava à mesa em casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro cheio de perfume;
e, estando a seus pés, por detrás dele, começou a chorar. Pouco depois suas lágrimas banhavam os pés do Senhor e ela os enxugava com os cabelos, beijava-os e os ungia com o perfume.
Ao presenciar isto, o fariseu, que o tinha convidado, dizia consigo mesmo: “Se este homem fosse profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que o toca, pois é pecadora”.
Então Jesus lhe disse: “Simão, tenho uma coisa a dizer-te”. “Fala, Mestre”, disse ele.
“Um credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentos denários e o outro, cinqüenta.
Não tendo eles com que pagar, perdoou a ambos a sua dívida. Qual deles o amará mais?”
Simão respondeu: “A meu ver, aquele a quem ele mais perdoou”. Jesus replicou-lhe: “Julgaste bem”.
E voltando-se para a mulher, disse a Simão: “Vês esta mulher? Entrei em tua casa e não me deste água para lavar os pés; mas esta, com as suas lágrimas, regou-me os pés e enxugou-os com os seus cabelos.
Não me deste o ósculo; mas esta, desde que entrou, não cessou de beijar-me os pés.
Não me ungiste a cabeça com óleo; mas esta, com perfume, ungiu-me os pés.
Por isso te digo: seus numerosos pecados lhe foram perdoados, porque ela tem demonstrado muito amor. Mas ao que pouco se perdoa, pouco ama”.
E disse a ela: “Perdoados te são os pecados”.
Os que estavam com ele à mesa começaram a dizer, então: “Quem é este homem que até perdoa pecados?”
Mas Jesus, dirigindo-se à mulher, disse-lhe: “Tua fé te salvou; vai em paz”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diácono ou Padre: Palavra da Salvação.Povo: Glória a vós, Senhor.
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
Diácono ou Padre: Palavra da Salvação.Povo: Glória a vós, Senhor.
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
Homilia
Caríssimos irmaos, nesta festa dos santos mártires André Kim e Paulo Chong, a Santa Igreja nos propõe refletir sobre o feito heroico destes campeões de Cristo. O padre coreano André Kim, que vinha de uma das poucas, mas fervorosas famílias cristas na Coréia; que mesmo sendo nobre, viveu em seu tempo perseguição semelhante senão pior a dos primeiros mártires da fé. Perseguidos por seus próprios conterrâneos até hoje os cristãos na Ásia enfrentam situações humilhantes, denuncio hoje também a situação de nossos irmãos católicos chineses, que desde os tempos imperiais são amordaçados por um governo que exala maldade. E naquelas longínquas terras que se deram boa parte dos martírios missionários domina hoje um forte espírito de repúdio a Nosso Senhor Jesus Cristo.
Irmãos, é bem distante de nossa realidade imaginar alguém sendo morto pelo simples fato de ser católico, mas eu peço que reflitamos um pouco, apartados de nossos confortos, como seria nossa vida em uma era de perseguição aos cristãos. Saibam pois que a principio não é uma realidade tao longe. Com o crescente laicismo que impera em nossa sociedade, vira até gafe, tabu, algo tao simples quanto falar da santa religião em nossas escolas, faculdades e trabalhos. Lutemos contra esse mal silencioso, jejuemos, mortifiquemo-nos e oremos pela intercessão da Virgem Santíssima, sem nos esquecer de rogar pela conversão do pecadores.
Sao André Kim e Sao Paulo Chong, rogai por nós!
Irmãos, é bem distante de nossa realidade imaginar alguém sendo morto pelo simples fato de ser católico, mas eu peço que reflitamos um pouco, apartados de nossos confortos, como seria nossa vida em uma era de perseguição aos cristãos. Saibam pois que a principio não é uma realidade tao longe. Com o crescente laicismo que impera em nossa sociedade, vira até gafe, tabu, algo tao simples quanto falar da santa religião em nossas escolas, faculdades e trabalhos. Lutemos contra esse mal silencioso, jejuemos, mortifiquemo-nos e oremos pela intercessão da Virgem Santíssima, sem nos esquecer de rogar pela conversão do pecadores.
Sao André Kim e Sao Paulo Chong, rogai por nós!
LITURGIA EUCARÍSTICA
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
Canto de Ofertório
Dirigatur
- Que minha prece feita a Ti, se eleve como o incenso
Minhas mãos como a oferta vespertina!
Senhor, eu te clamo! Vem, vem a mim!
Escuta a minha prece quando clamo a ti!
- Que minha prece feita a Ti, se eleve como o incenso
Minhas mãos como a oferta vespertina!
Concedei Senhor, uma guarda em minha boca
e nos lábios uma porta que feche.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo
Como era no príncipio agora e sempre
Pelos séculos dos séculos. Amém.
- Que minha prece feita a Ti, se eleve como o incenso
Minhas mãos como a oferta vespertina!
Convém que os fiéis tragam o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres
Após a preparação do cálice e dos demais vasos para a consagração, o sacerdote prossegue:
Padre: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Povo: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu
nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Padre: Acolhei, ó Deus, com bondade, as oferendas do vosso povo e concedei, pela intercessão dos santos mártires coreanos, nos tornemos um sacrifício agradável para a salvação do mundo inteiro. Por Cristo, nosso Senhor.
Povo: Amém.
Padre: Acolhei, ó Deus, com bondade, as oferendas do vosso povo e concedei, pela intercessão dos santos mártires coreanos, nos tornemos um sacrifício agradável para a salvação do mundo inteiro. Por Cristo, nosso Senhor.
Povo: Amém.
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Padre: O Senhor esteja convosco.
Povo: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Padre: Corações ao alto.
Povo: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Padre: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Povo: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Padre: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pelos mártires André Kim e Paulo Chong , que confessaram vosso nome e derramaram seu sangue como Cristo, manifestais vosso admirável poder. Vossa misericórdia sustenta a fragilidade humana e nos dá coragem para sermos as testemunhas de Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso. Enquanto esperamos a glória eterna, com todos os vossos anjos e santos, nós vos aclamamos, dizendo a uma só voz...
Todos: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Padre: Pai de infinita misericórdia, humildemente Vos suplicamos, por Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor, Junta as mãos e diz: que Vos digneis aceitar e abençoar estes dons, esta oblação pura e santa.
De braços abertos continua:
De braços abertos continua:
Nós Vo-la oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: dai-lhe a paz e congregai-a na unidade, defendei-a e governai-a em toda a terra em comunhão com o vosso servo o Papa Paulo, o nosso Bispo Karol e seus auxiliares, Tomas, Ernes, comigo seu indigno servo e todos os Bispos que são fiéis à verdade e professam a fé católica e apostólica.
Padre: Aceitai benignamente, Senhor, a oblação que nós, vossos servos, com toda a vossa família, Vos apresentamos. Dai a paz aos nossos dias, livrai-nos da condenação eterna e contai-nos entre os vossos eleitos.
Padre: Santificai, Senhor, esta oblação com o poder da vossa bênção e recebei-a como sacrifício espiritual perfeito, de modo que se converta para nós no Corpo e Sangue de vosso amado Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo.
Padre: Na véspera da sua paixão,
Ele tomou o pão em suas santas e adoráveis mãos e levantando os olhos ao céu, para Vós, Deus, seu Pai todo-poderoso, dando graças, abençoou-o, partiu-o e deu-o aos seus discípulos.Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a sobre a patena e genuflecte em adoração.
Depois continua:
De igual modo, no fim da Ceia,
tomou este sagrado cálice em suas santas e adoráveis mãos e, dando graças, abençoou-o e deu-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo o sagrado cálice, coloca-o sobre o corporal e genuflecte em adoração.
Padre: Mistério da fé!
O povo aclama, dizendo:
Padre: Santificai, Senhor, esta oblação com o poder da vossa bênção e recebei-a como sacrifício espiritual perfeito, de modo que se converta para nós no Corpo e Sangue de vosso amado Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo.
Padre: Na véspera da sua paixão,
Ele tomou o pão em suas santas e adoráveis mãos e levantando os olhos ao céu, para Vós, Deus, seu Pai todo-poderoso, dando graças, abençoou-o, partiu-o e deu-o aos seus discípulos.Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a sobre a patena e genuflecte em adoração.
Depois continua:
De igual modo, no fim da Ceia,
tomou este sagrado cálice em suas santas e adoráveis mãos e, dando graças, abençoou-o e deu-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo o sagrado cálice, coloca-o sobre o corporal e genuflecte em adoração.
Padre: Mistério da fé!
O povo aclama, dizendo:
Povo: Todas comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos vossa vinda.
Depois, o sacerdote, de braços abertos, diz:
Padre: Celebrando agora, Senhor, o memorial da bem-aventurada paixão de Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor, da sua ressurreição de entre os mortos e da sua gloriosa ascensão aos Céus, nós, vossos servos, com o vosso povo santo, dos próprios bens que nos destes oferecemos à vossa divina majestade o sacrifício perfeito, santo e imaculado, o pão santo da vida eterna e o cálice da eterna salvação.
Olhai com benevolência e agrado para esta oferenda e dignai-Vos aceitá-la como aceitastes os dons do justo Abel, vosso servo, o sacrifício de Abraão, nosso pai na fé, e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedec.
Humildemente Vos suplicamos, Deus todo-poderoso, que esta nossa oferenda seja apresentada pelo vosso santo Anjo no altar celeste, diante da vossa divina majestade, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
alcancemos a plenitude das bênçãos e graças do Céu. Junta as mãos.
[Por Cristo, nosso Senhor. Amen.]
COMEMORAÇÃO DOS DEFUNTOS
De braços abertos, diz:
Padre: Lembrai-vos, Senhor, dos vossos servos e servas N. e N., que partiram antes de nós marcados com o sinal da fé e agora dormem o sono da paz.
Concedei-lhes, Senhor, a eles e a todos os que descansam em Cristo, o lugar da consolação, da luz e da paz. [Por Cristo, nosso Senhor. Amém.]
Bate com a mão direita no peito dizendo:
Padre: E a nós, pecadores, que esperamos na vossa infinita misericórdia,
De braços abertos, continua:
admiti-nos também na assembleia dos bem-aventurados Apóstolos e Mártires: João Batista, Estevão, Matias, Barnabé e de todos os Santos. Recebei-nos em sua companhia, não pelo valor dos nossos méritos, mas segundo a grandeza do vosso perdão. [Por Cristo, nosso Senhor. Amém.]
Depois, o sacerdote, de braços abertos, diz:
Padre: Celebrando agora, Senhor, o memorial da bem-aventurada paixão de Jesus Cristo, vosso Filho, nosso Senhor, da sua ressurreição de entre os mortos e da sua gloriosa ascensão aos Céus, nós, vossos servos, com o vosso povo santo, dos próprios bens que nos destes oferecemos à vossa divina majestade o sacrifício perfeito, santo e imaculado, o pão santo da vida eterna e o cálice da eterna salvação.
Olhai com benevolência e agrado para esta oferenda e dignai-Vos aceitá-la como aceitastes os dons do justo Abel, vosso servo, o sacrifício de Abraão, nosso pai na fé, e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedec.
Humildemente Vos suplicamos, Deus todo-poderoso, que esta nossa oferenda seja apresentada pelo vosso santo Anjo no altar celeste, diante da vossa divina majestade, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
alcancemos a plenitude das bênçãos e graças do Céu. Junta as mãos.
[Por Cristo, nosso Senhor. Amen.]
COMEMORAÇÃO DOS DEFUNTOS
De braços abertos, diz:
Padre: Lembrai-vos, Senhor, dos vossos servos e servas N. e N., que partiram antes de nós marcados com o sinal da fé e agora dormem o sono da paz.
Concedei-lhes, Senhor, a eles e a todos os que descansam em Cristo, o lugar da consolação, da luz e da paz. [Por Cristo, nosso Senhor. Amém.]
Bate com a mão direita no peito dizendo:
Padre: E a nós, pecadores, que esperamos na vossa infinita misericórdia,
De braços abertos, continua:
admiti-nos também na assembleia dos bem-aventurados Apóstolos e Mártires: João Batista, Estevão, Matias, Barnabé e de todos os Santos. Recebei-nos em sua companhia, não pelo valor dos nossos méritos, mas segundo a grandeza do vosso perdão. [Por Cristo, nosso Senhor. Amém.]
E continua:
Padre: Por Cristo, nosso Senhor, criais todos os bens e lhes dais vida, os santificais, abençoais e distribuís por nós.
Toma o cálice e a patena com a hóstia e, elevando-os, diz:
Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a Vós, Deus Pai todo-poderoso na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória agora e para sempre.
O povo aclama:
Povo: Amém.
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Padre: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Todos: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Padre: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Povo: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Padre: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Povo: Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Padre: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Povo: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Padre: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Povo: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Padre: Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Povo: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio, toma a âmbula e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
Alma de Cristo:
Alma de Cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue de Cristo, inebriai-me.
Água do lado de Cristo, lavai-me.
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó bom Jesus, ouvi-me.
Dentro das Vossas Chagas, escondei-me.
Não permitais que me separe de Vós.
Do espírito maligno, defendei-me.
Na hora da minha morte, chamai-me.
E mandai-me ir para Vós,
para que com os Vossos Santos Vos louve,
por todos os séculos dos séculos. Amem.
Oração do Anjo de Portugal:
Meu Deus; Eu creio, adoro, espero e amo-Vos.
Peço- Vos perdão pelos que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam
Meu Deus; Eu creio, adoro, espero e amo-Vos.
Peço- Vos perdão pelos que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam
Meu Deus; Eu creio, adoro, espero e amo-Vos.
Peço- Vos perdão pelos que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam
De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Padre: Todo aquele que der testemunho de mim diante dos homens, também eu darei testemunho dele diante do meu Pai, que está nos céus
Padre: Nutridos pelo alimento dos fortes, na celebração dos santos mártires, nós vos pedimos, Senhor, que, seguindo fielmente a Cristo, trabalhemos na Igreja pela salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.
Padre: Oremos.
Povo: Amém.
Segue-se o rito de despedida. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Padre: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Povo: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o próprio sacerdote diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Padre: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Povo: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Povo: Graças a Deus.
Ave, do mar Estrela
De Deus mãe bela,
Sempre virgem, da morada
Celeste Feliz entrada.
Ó tu que ouviste da boca
Do anjo a saudação;
Dá-nos a paz e quietação;
E o nome da Eva troca.
As prisões aos réus desata.
E a nós cegos alumia;
De tudo que nos maltrata
Nos livra, o bem nos granjeia.
Ostenta que és mãe, fazendo
Que os rogos do povo seu
Ouça aquele que, nascendo
Pos nós, quis ser filho teu.
Ó virgem especiosa,
Toda cheia de ternura,
Extintos nossos pecados
Dá-nos pureza e bravura,
Dá-nos uma vida pura,
Põe-nos em vida segura,
Para que a Jesus gozemos,
E sempre nos alegremos.
A Deus Pai veneremos:
A Jesus Cristo também:
E ao Espírito Santo; demos
Aos três um louvor: Amém.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica omite-se o rito de despedida.

